A Esperança

14 Maio

Depois de sobreviver duas vezes à crueldade de uma arena projetada para destruí-la, Katniss acreditava que não precisaria mais de lutar. Mas as regras do jogo mudaram: com a chegada dos rebeldes do lendário Distrito 13, enfim é possível organizar uma resistência. Começou a revolução.

A coragem de Katniss nos jogos fez nascer a esperança em um país disposto a fazer de tudo para se livrar da opressão. E agora, contra a própria vontade, ela precisa assumir seu lugar como símbolo da causa rebelde. Ela precisa virar o Tordo.

O sucesso da revolução dependerá de Katniss aceitar ou não essa responsabilidade. Será que vale a pena colocar sua família em risco novamente? Será que as vidas de Peeta e Gale serão os tributos exigidos nessa nova guerra?

Editora: Rocco
Autor: Suzanne Collins
Ano: 2011
Número de páginas: 421

Vou começar falando sobre o titulo, eu dou parabéns a o tradutor(a), pois mesmo o nome original sendo ‘Mockingjay’ que na tradução pro livro significa ‘Tordo‘, ‘A Esperança’ sem dúvidas foi uma escolha muito melhor.

Esse livro já começa te prendendo, os outros também te prendem, mas eles demoram algumas páginas pra isso.

É o livro no qual a rebelião finalmente chega ao ápice e devo dizer que a senhora Suzanne Collins deve ter batido um papo com a J.K. Rowling antes de fazer esse livro, por que as mortes no final são muitas assim como em Harry Potter!

O Gale, quem já leu as outras resenhas sabe que é um dos meus personagens favoritos, aparece bem mais nesse livro e ele se mostra um ótimo soldado e estrategista. Porém algo planejado por ele acaba sendo usado para fins, digamos, errados.

Katniss está completamente perdida, ela está vivendo no sub-solo, Peeta foi sequestrado pela capital e Finnick está completamente fora da casinha, acho que da pra entende-la!

Sobre o final do livro só posso dizer que achei perfeito! Ele não é completamente feliz, mas também não é completamente triste e isso é bom. Deixa a história mais emocionante.

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Entrevista com Simone O. Marques!

26 Abr

Oi pessoal, eu estava um pouco ausente do blog e o culpado por isso é o livro A Guerra dos Tronos. ASHUASAS. Mas agora estou voltando a venho trazer para vocês um mini entrevista na verdade com a Simone O. Marques, autora dos livros Agridoce, Paganus e os Deuses do Mar.

Como foi que tu descobriu que gostava de escrever?

Na verdade eu sempre gostei de escrever. As aulas de redação na escola
eram minhas preferidas. Entretanto, a vida profissional acaba embolando
tudo e acabei deixando um pouco de lado escrever apenas por prazer. Em
2007, quando fiquei sem emprego, comecei a escrever e desde então não
consigo mais parar! rsrs

De onde veio a inspiração para escrever Agridoce? E Paganus?

Agridoce, o livro, nasceu de um conto que eu havia escrito para uma
antologia, mas que acabou se perdendo no email do editor e ele não foi
publicado. Então, resolvi publicá-lo em comunidades na internet e todos
adoraram. Me desafiaram a estender a história e foi o que fiz.
Paganus tem uma história mais complexa. Ele foi o último livro da saga
Paganus que escrevi, mas é o início de toda história e ele acabou sendo
o primeiro livro a ser publicado. Ele nasceu para ajudar na divulgação do
Triskle e foi lançado completamente na internet, mas provocou os leitores
que pediram a publicação em papel. E ele nasceu ali. =)

Algum autor(a) inspirou o teu estilo de escrita?

Não diretamente. Eu busquei deixar o meu jeito fluir e me descobrir na
escrita. Espero que esteja conseguindo mostrar isso para os leitores.

Foi difícil conseguir a atenção das editoras no inicio?

Muito! Gastei muito dinheiro enviando originais e fui ignorada pela maioria.
Se não tivesse tanta confiança em meus escritos, sinceramente, teria
desistido.

Quais são os teus tipos de livros favoritos?

Adoro fantasia e tramas que se passam na idade média. Histórias com
guerreiros, arqueiros, personagens da mitologia…

Está lendo ou leu algum dos livros que estão em alta ultimamente?

Eu gosto de ler os lançamentos e sou do tipo que fica contando os dias para
o livro ser lançado, mas os intercalo com algo mais alternativo, como um
texto de livros de história, de mitologia… Agora estou lendo TIL de José de
Alencar e o próximo da lista é O trono do sol (S.L. Farrel)

Era isso, e eu não poderia deixar de citar é claro que a autora é super atenciosa e muito legal! Não sei se já disse antes, mas ela é a primeira autora parceira do blog.

É isso pessoal, espero que tenham gostado da entrevista.

O Ladrão de Raios

13 Abr

Primeiro volume da saga Percy Jackson e os olimpianos, O ladrão de raios esteve entre os primeiros lugares na lista das séries mais vendidas do The New York Times. O autor conjuga lendas da mitologia grega com aventuras no século XXI. Nelas, os deuses do Olimpo continuam vivos, ainda se apaixonam por mortais e geram filhos metade deuses, metade humanos, como os heróis da Grécia antiga. Um artefato precioso foi roubado do Monte Olimpo e Percy é o principal suspeito. Para restaurar a paz, ele e seus amigos – jovens heróis modernos – terão de fazer mais do que capturar o verdadeiro ladrão: precisam elucidar uma traição mais ameaçadora que a fúria dos deuses.

Editora: Intrínseca
Autor: Rick Riordan
Ano: 2008
Número de páginas: 400

Primeiro devo comentar sobre o filme e alertar aqueles que o viram de quê a história foi mutilada na adaptação para os cinemas, a começar pelo vilão central da história que simplesmente não é citado no filme. Não vou cita-lo aqui também para evitar spoillers, enfim. O filme é um fiasco se comparado ao livro, eu sei, isso quase sempre acontece, mas no caso de O Ladrão de Raios foi pior que o normal, acredite.

Em O Ladrão de Raios, assim como na mitologia grega, existem filhos de Deuses com mortais, como citado na sinopse, porém há muito tempo atrás os três maiores deuses do Olimpo, Zeus, Poseidon e Hades, fizeram um pacto de que nunca mais teriam filhos com mortais, pois dizia uma profecia que o filho meio-sangue de um deles traria a destruição do Olimpo ao completar 16 anos.

E advinha, nosso protagonista, Percy Jackson é filho de Poseidon.

Como deu pra perceber pelo protagonista, os Deuses não levaram tão a sério o pacto.

Os heróis em Percy Jackson e os Olimpianos são encaminhados ao  Acampamento Meio-sangue aonde são treinados para combaterem monstros.

Os monstros, é explicado no livro, nunca morrem de verdade, por isso a necessidade de treinar os heróis. Quando um meio-sangue “mata” um monstro o mesmo apenas desaparece por um tempo, mas um dia voltará.

O Acampamento Meio-sangue é o único lugar seguro para os heróis já que os monstros podem fareja-los e mata-los caso estes estejam despreparados.

O livro foi realmente muito bom, a narrativa em primeira pessoa é leve, o ritmo é impecável, tem muita ação, humor e uma história ótima.

Outra coisa interessante são os nomes dos capítulos, que são bem humorados:

 “Um Deus compra cheeseburgers para nós.”

“Um poodle é o nosso conselheiro.”

Tinha muito mais para comentar, mas acho melhor deixar que vocês descubram por si mesmos.

Recomendo a série e em breve eu postarei a resenha do segundo livro: O Mar de Monstros.

Eu Sou o Número Quatro

5 Abr

Nove de nós vieram para cá. Somos parecidos com vocês.

Mas não somos vocês. Conseguimos fazer coisas que vocês apenas sonham em fazer. Temos poderes que apenas sonham ter.
Somos mais fortes e mais rápidos do que qualquer coisa que já viram. Somos os super-heróis que vocês idolatram nos filmes e nos quadrinhos – Porém, somos reais , nosso plano era crescer, treinar, sermos mais poderosos e nos tornarmos apenas um, e então combatê-los. Mas eles nos encontraram antes. E começaram a nos caçar. Agora, todos nós estamos fugindo. Vivemos nas sombras, em lugares onde nunca seremos procurados, tentando não ser notados.

Vivemos entre vocês. Mas eles sabem.

O número um foi capturado na Malásia.
O número dois, na Inglaterra.
E o número três, no Quênia.
Todos foram mortos.

Eu sou o número quatro

EU SOU O PRÓXIMO.

Editora: Intrínseca
Autor: Pittacus Lore
Ano: 2011
Número de páginas: 352

Conheci Eu Sou o Número Quatro ao acaso.
Ele é o primeiro livro da série Os Legados de Lorien.

O que me chamou atenção foi a contra capa na qual dizia:

Nós podemos estar ao seu lado agora mesmo.

Nós estamos observando você enquanto lê isto.

Nós podemos estar na sua cidade, no seu bairro.

Nós vivemos no anonimato.

Nós esperamos pelo dia em que

Nós vamos nos reunir

Nós travaremos juntos a última batalha… Se

Nós vencermos,

Nós estaremos a salvo, e

Vocês também.

Eu fiquei fascinado, sim, apenas a contra capa já havia me conquistado.

Eu já havia ouvido falar sobre o filme, mas achei que não era muito legal, mesmo eu não tendo o assistido.

Na história do livro, nove crianças foram mandadas à terra vindas de um planeta chamado Lorien, que por sua vez havia sido devastado pelos Mogadorianos, outra raça alienígena, apelidados carinhosamente pelos protagonistas de Mogs. HAUSHUSAH

Enfim, essas nove crianças vieram para a terra, cada uma com o seu Cepân, um tipo de instrutor e professor para os membros da Garde (pessoas com habilidades especiais que originalmente defendiam Lorien) e lhes foi dito para se manterem separados, pois antes de saírem de Lorien um feitiço foi lançado sobre as crianças e enquanto elas se mantivessem separadas só poderiam ser mortas na ordem de seus números, de 1 a 9.

O protagonista, obviamente, é o número 4.

O livro é um pouco parado, tenho de admitir, mas da pra entender, ele é basicamente pra apresentar alguns personagens e para explicar sobre Lorien, os legados entre outras coisas.

Mas não se preocupe, o final compensa a espera. É o que posso dizer sem dar spoilers.

Sobre o filme, bom, mesmo que você tenha visto  e não tenha gostado eu lhe aconselho ler o livro. São completamente diferentes, em minha opinião.

E eu não poderia deixar de citar o autor: Pittacus Lore, na verdade são dois autores, James Frey e Jobie Hughes, que usam o pseudônimo Pittacus Lore – um ancião vindo de Lorien para a terra, o qual registra a história das nove crianças Lorianas e a repassa em livro, cada livro conta o que aconteceu dois anos antes – para assinar os livros.

Enfim, recomendado, ótima história. E tudo fica mil vezes melhor na sequência, O Poder dos Seis, que em breve terá resenha aqui no blog.

Em Chamas

29 Mar

Depois de ganhar os Jogos Vorazes, competição entre jovens transmitida ao vivo para todos os distritos de Panem, Katniss agora terá que enfrentar a represália da Capital e decidir que caminho tomar quando descobre que suas atitudes nos jogos incitaram rebeliões em alguns distritos. Dessa vez, além de lutar por sua própria vida, terá que proteger seus amigos e familiares e, talvez, todo o povo de Panem.

Editora: Rocco
Autor: SUZANNE COLLINS
Ano: 2011
Número de páginas: 416

Comecei a ler o livro com uma grande expectativa, afinal, o livro anterior me encantou e posso dizer, sem dúvida alguma, que ele superou todas minhas expectativas.

O livro não enrolou nem um pouco, o que é bom e fui surpreendido pelo caminho que ele tomou. Não foi nada que eu já não suspeitasse, mas sem dúvidas me surpreendeu em algumas partes.

Nesse livro comecei a me apegar mais ao Peeta, ele fez coisas que me fizeram criar mais carinho por ele, sem falar que ele faz uma declaração COMPLETAMENTE inesperada em certo ponto do livro, não direi quando para evitar spoillers, mas eu fiquei de queixo caido.

A primeira parte do livro é intitulada de “Fagulha” e sem dúvidas é nela que a revolta realmente começa, é aqui que os desejos de revolução de Gale são expressados, como eu havia citado no post sobre Jogos Vorazes.

Enfim, o livro foi ÓTIMO, não perde em nada para o primeiro e tem minha indicação assim como o seu antecessor.

Jogos Vorazes

29 Mar

Após o fim da América do Norte, uma nova nação chamada Panem surge. Formada por doze distritos, é comandada com mão de ferro pela Capital. Uma das formas com que demonstram seu poder sobre o resto do carente país é com Jogos Vorazes, uma competição anual transmitida ao vivo pela televisão, em que um garoto e uma garota de doze a dezoito anos de cada distrito são selecionados e obrigados a lutar até a morte! Para evitar que sua irmã seja a mais nova vítima do programa, Katniss se oferece para participar em seu lugar. Vinda do empobrecido distrito 12, ela sabe como sobreviver em um ambiente hostil. Peeta, um garoto que ajudou sua família no passado, também foi selecionado. Caso vença, terá fama e fortuna. Se perder, morre. Mas para ganhar a competição, será preciso muito mais do que habilidade. Até onde Katniss estará disposta a ir para ser vitoriosa nos Jogos Vorazes?

Editora: Rocco
Autor: SUZANNE COLLINS
Ano: 2010
Número de páginas: 400

Confesso que no inicio eu achei que o livro não seria grande coisa, mas, depois de ler aproximadamente 100 paginas eu não consegui desgrudar dele, a história é impressionante e a protagonista consegue te passar o sentimentos dela atravez das paginas de uma maneira que ao ler as cenas eu pude me sentir em meio à situação.

O meu personagem favorito sem duvidas foi o Gale, que perdeu o pai no mesmo acidente que causou a morte do pai da nossa protagonista, Katniss, e teve que começar a caçar muito cedo e aprender praticamente tudo a esse respeito sozinho, para assim garantir que sua familia não morresse de fome.

Claro, Katniss sofreu muito também, mais até que Gale, mas por alguma razão ele me tocou mais que a protagonista. Talvez tenha sido pela vontade dele de mudar as coisas que se apresenta melhor na sequência: “Em Chamas”.

Falando em protagonista, Katniss Everdeen: Humana.
Se eu tivesse que resumi-la em uma palavra, seria essa. Por que ao contrário de alguns protagonistas ela não é uma pessoa sem medos, decidida e metida a heroina. Ela tem duvidas, anseios e muitas vezes não sabe o que fazer.

Ao contrário do que muitos pensam e o que os cinemas quiseram pregar, Jogos Vorazes não é uma história sobre amor, ele está presente, sem duvidas, mas não é ele o foco da trama.

Na minha opinião o livro trata sobre revolução e creio que qualquer um que o leia terá de concordar pelo menos um pouco comigo nisso.

Enfim, amei o livro, mesmo. Altamente recomendado.